segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Um homem visto por uma mulher - Hugo Rodrigues

Homens precisam passar segurança. Mas não precisa ser forte ou algo assim. Pode ser baixinho, gordinho e com pouco talento em artes marciais. Mas precisa passar segurança ao entrelaçar os dedos na gente como se ali gritasse que tudo vai dar certo. Homens precisam ter um colo paterno, mas saber que não são nossos pais. Homem é um misto de irmão mais velho ciumento, irmão mais novo implicante e primo safado da cidade grande.
Homens têm que chegar no horário e esperar sem reclamar. Esqueça aquela ideia de que mulheres se vestem para outras mulheres olharem. Na verdade, eu demoro horas me arrumando exclusivamente para você. A ideia é que você não olhe para outras mulheres. Homem tem andar do lado de fora da calçada e nos levar em casa sempre. Seja de carro, moto, ônibus, taxi ou a pé. Mas é importante nos levar no portão, assim, por tradição clichê, sabe? As mulheres evoluíram, eu sei. Mas o cavalheirismo não saiu da moda não. E pelo que ando lendo por aí, nunca sairá.
E não confunda cavalheirismo com homossexualidade. Há vários gays mal educados, também. Educação nada tem a ver com orientação sexual. Então, se você abrir a porta do carro, pedir para carregar os pesos e ceder o assento para qualquer mulher ou idoso não te faz um gay assumido. Isso é burrice. Homem tem que ter pegada. Mas não achar que pegada significa arrancar tufos do meu cabelo. Tem que saber apertar meu rabo de cavalo sem tirar nenhum fio dali. Vai por mim, homens que machucam demais na hora da transa não são excelentes bons de cama. Homem tem que ser atencioso, seja para perceber que cortamos dois dedos do cabelo ou para distinguir nossos gemidos de “tente mais um pouco” e de “não para, pelo amor de Deus”.
Não me dê flores, chocolates, ursinhos de pelúcias ou etc. Me dê cartões. Escreva coisas estúpidas e bobas que me farão rir como uma criança. Depois disso, compre flores, chocolates e ursinhos. Você pode me dar um helicóptero todo rosa pink, com minhas iniciais na porta, mas se não tiver um cartãozinho surpresa com teus garranchos, não será a mesma coisa, entende?
Homens não precisam ser um Fred Astaire, mas é importante nos tirar para dançar. Não pela dança, em si, mas pelo ato de nos carregar pela mão pelo salão. Nos exibir por aí como sua maior conquista. Homens que nos amam são ótimos. Mas, melhores ainda são os que têm orgulho de nos amar. Eu não gosto de futebol, mas se você quiser me levar para assistir ao jogo com seus amigos, eu vou gostar, entende? É como te levar para almoçar na casa dos meus avós. Pouco me importa a comida ou algo assim, o que eu quero é te aproximar da minha família e te mostrar aos meus parentes.
Os homens quem leem são mais interessantes. E ser interessante vale mais do que olhos azuis e peitoral malhado. Não seja um chato replicador de frases do Caio Fernando Abreu ou coisa assim. Mas saiba declamar Fernando Pessoa ao pé do meu ouvido como se você mesmo tivesse escrito aqueles versos pensando em mim. É como não saber cantar, mas esforçar-se para cantar aquele refrão bonito dos Los Hermanos e dizer que lembra de mim toda vez que ouve, sabe?
Surpresa sempre são bem-vindas. Seja por um cartão bonitinho ou por aquela trufa de marula que você sabe que sou apaixonada. Entenda que presentes não são o preço que custaram. Como próprio nome já diz, presentes são para fazer presença. Então, cada vez mais que eu fizer presença em tua vida, saberei que faço parte dos teus dias, também.
Em dias nublados, homens têm que sair com casacos mesmo que não esteja sentindo frio. Hormonalmente, mulheres sentem mais frios do que os homens, então o seu casaco extra será importante nesses momentos. Mas não se esqueça de nos abraçar, também. Melhor do que casaco de lã é par de braços perfumados.
Homens precisam ser simpáticos. Mas nada de muito sorrisinho. Nem solícito demais a ex-namoradas. Ter ciúmes é legal. Mas nada em exagero. Implique com meus decotes ou com meus vestidos curtos. Mas como quem cuida, não como quem ordena.
Sorria dos meus ciúmes, mas sem deboche. E me faça sorrir, também. Homens precisam saber nos fazer sorrir – mesmo que não sejam exímios contadores de piada. Mas é de extrema importância nos fazer sorrir. Seja por cócegas, por caretas, por se sujar ao lavar a louça ou por comprar o box de The Big Theory. Mas me faça sorrir. Entendam que a porta do coração das mulheres está nas gargalhadas que ela dá ao seu lado.

domingo, 17 de novembro de 2013

I MISS YOU


Tem dias em que a saudade bate tão forte, que acho que não vou aguentar...
Sei que vai passar, sempre passa, mas dói lembrar; Hoje já é mais fácil lidar com ela, mas nem sempre foi assim, milhares de lágrimas já rolaram e sei que muitas ainda virão... Amanhã é outro dia, e talvez eu me conforme (momentaneamente) e depois de amanhã, e depois e depois, até ela me arrebatar de novo. E assim sigo, aprendendo a conviver com essa saudade que você deixou, tentando me recuperar a cada novo dia.  Espero que não seja sempre assim, espero um dia me amar mais do que te amo e voltar a sorrir com o coração... Mas agora, enquanto mais uma  lágrima teima em rolar, só preciso dizer que te amo e ainda sinto a sua falta..... 

Eu não vou te esquecer - AD


Se a brisa da manhã tocar teu rosto,saiba que é um
carinho meu, que sem querer te dizer adeus
pedi ao vento para te entregar!
Se ao andar pelas matas, sentir o cheiro da vida,
de folhas secas e molhadas, perfume de flores,
pode ser jasmim ou qualquer coisa assim, é a minha mensagem, 

que vai com o meu perfume, para você jamais esquecer de mim!
Ao ouvir o barulho de água cristalina, limpa, pura, vai
te lembrar minhas loucuras tentando te conquistar!
Uma cachoeira encantada vai te lembrar minha
risada quando eu só queria te amar...
E, ao ouvir pássaros cantando, em alguns galhos
namorando, recordará de algumas canções que
escutávamos baixinho, jogados em qualquer
cantinho, deixando a canção dizer o que
havia em nossos corações!
Se uma gota de orvalho atrevida, em tua face
pingar é apenas uma lágrima que escorregou, é que
é grande demais a saudade a me consumir!
E, ao cair da tarde, quando tudo for silêncio,
olhe para o horizonte, escuta quando a noite
chegar. A nossa estrela vai te dizer que
mesmo que nunca mais te encontre, 
eu jamais vou te esquecer!

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

O Caso Laura - André Vianco



O Caso Laura” conta a história de um detetive particular contratado para investigar os encontros que Laura mantém com um homem misterioso. Inicialmente, as gravações das conversas da protagonista com o estranho não revelam nada de espetacular; mas quando o investigador passa a seguir o enigmático sujeito, revelações conduzem a narrativa para o desfecho.

Super indico esta leitura... em breve resenha.

sábado, 9 de novembro de 2013

Eterno... Mario Quintana

"Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.... 
Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela... 
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável... 
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples... 
Um dia percebemos que o comum não nos atrai... 
Um dia saberemos que ser classificado como o "bonzinho" não é bom . .
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você... 
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso... 
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim... 
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para dizer tudo o que tem que ser dito... 
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras... 
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação."

sábado, 18 de maio de 2013

Juntos para sempre- Walcyr Carrasco


                                                      Juntos para sempre


A história e linda e bem escrita, um prato cheio pra quem acredita em vidas passadas; Uma breve explicação dos amores sem explicações que vivemos aqui... Quando se ama de verdade, o amor é capaz de sobreviver ao tempo, as barreiras e até a morte, e quando voltamos (ou reencarnamos) escolhemos a mesma pessoa para fazer parte de nossas vidas, seja como irmãos, filhos, amigos ou mesmo amores... Segue sinopse:

Alan é um advogado bem-sucedido de São Paulo e leva uma vida aparentemente perfeita: mora em uma cobertura luxuosa, namora uma mulher lindíssima e pode ter tudo o que quiser. Mas todas as noites é atormentado por um sonho que o leva a um amor de outra vida. Assiste à morte na fogueira de uma jovem. E nesse momento promete: “-Eu me amarei para sempre!”. Quando desperta o sonho fica em sua cabeça. Envolvido por esse mistério, Alan vive dias de angustia. Tudo muda quando ele viaja para uma cidade do interior e encontra uma moça semelhante à que aparece em seu sonho. A profunda emoção que sente ao vê-la confirma que é a mesma pessoa. Essa é a primeira de várias evidências de que nada acontece por acaso. Mas, para seu espanto, a moça foge aterrorizada ao deparar com ele. Agora Alan precisa descobrir quem é essa mulher e qual é a ligação entre eles. Para isso, terá que rever sua existência e descobrir que as coisas realmente importantes não podem ser compradas. Auxiliado pela Terapia de Vidas Passadas, ele se entregará a uma árdua jornada de autoconhecimento.


segunda-feira, 6 de maio de 2013


Melhor assim...
Pra que fingir se você já não tem amor
Se teus desejos já não me procuram mais
Se na verdade pra você eu já não sou...ninguém
De coração
Eu só queria que você fosse feliz
Que outra consiga te fazer o que eu não fiz
Que você tenha tudo aquilo que sonhou
Mais vai embora
Antes que a dor machuque mais meu coração
Antes que eu morra me humilhando de paixão
E me ajoelhe te emplorando pra ficar comigo
Não diz mais nada
A dor é minha, eu me aguento pode crer
Mesmo que eu tenha que chorar pra aprender
Como esquecer você...

sábado, 4 de maio de 2013

Viver: um lapso ou um espetáculo?




A vida não é esta linha reta, horizontal, plana e asfaltada. Existem curvas, ladeiras, pontes, rios. Fácil, é não se preparar para isso e pegar os atalhos. Somos merecedores do sol, da chuva e também da tempestade.

Pobre de nós se não tivéssemos um amor para se perder e outro perdido por ai. Infelizes, seríamos se não tivéssemos a oportunidade de aproveitar os calores do verão, os frios do inverno, o florescer da primavera e no outono, deixar cair todas as banalidades. E nem deveríamos reclamar dos momentos em que precisamos subir no palco da vida, sendo alvo de olhares e expectativas, porque este é o ensaio para aprender a viver.

Nada deveria ser ácido para nós. Nem as dores, as tristezas, nem o deserto da solidão. Nossa vontade deveria aumentar e tanto perdas, quanto ganhos não deveria passar impune. Experimentar é a ordem da vida. Afinal, nascemos para tumultuar este espaço e se a gente não tiver disposição para amarrotar e desamarrotar o coração, usar a fé, a aflição, e distrair-se com a razão, ficaremos fora do espetáculo e perdemos em definitivo a oportunidade de extrair todos os ingredientes para a nossa composição de “ser humano”. Isso não acontece como num passe de mágica, tampouco é fácil. Eu diria até que é preciso palavrões, reclamações, silêncio, determinação, apatia e vez ou outra a preguiça pode ser usada.

Fracassos majestosos, ganhos inesperados, rupturas, cacos, pedaços, subidas, descidas, vitórias e derrotas são as companhias que a vida nos oferece. Viver é fúria, é paixão, é avançar e recuar. Morrer em momentos e ressuscitar em outros é absolutamente estratégico para conseguir participar da vida. Essa é a inexplicável e colorida anarquia de viver.

Viver é colorido e também preto e branco.

É preciso sobreviver a tudo isso por teimosia, e de propósito viver.

Portanto, meu caro, bote fé, insista e viva!"

sábado, 6 de abril de 2013

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sexta-feira, 5 de abril de 2013

O PRIMEIRO BEIJO



Os dois mais murmuravam que conversavam: havia pouco iniciara-se o namoro e ambos andavam tontos, era o amor. Amor com o que vem junto: ciúme.
- Está bem, acredito que sou a sua primeira namorada, fico feliz com isso. Mas me diga a verdade, só a verdade: você nunca beijou uma mulher antes de me beijar? Ele foi simples:

- Sim, já beijei antes uma mulher.

- Quem era ela? perguntou com dor.

Ele tentou contar toscamente, não sabia como dizer.

O ônibus da excursão subia lentamente a serra. Ele, um dos garotos no meio da garotada em algazarra, deixava a brisa fresca bater-lhe no rosto e entrar-lhe pelos cabelos com dedos longos, finos e sem peso como os de uma mãe. Ficar às vezes quieto, sem quase pensar, e apenas sentir - era tão bom. A concentração no sentir era difícil no meio da balbúrdia dos companheiros.

E mesmo a sede começara: brincar com a turma, falar bem alto, mais alto que o barulho do motor, rir, gritar, pensar, sentir, puxa vida! como deixava a garganta seca.

E nem sombra de água. O jeito era juntar saliva, e foi o que fez. Depois de reunida na boca ardente engulia-a lentamente, outra vez e mais outra. Era morna, porém, a saliva, e não tirava a sede. Uma sede enorme maior do que ele próprio, que lhe tomava agora o corpo todo.

A brisa fina, antes tão boa, agora ao sol do meio dia tornara-se quente e árida e ao penetrar pelo nariz secava ainda mais a pouca saliva que pacientemente juntava.

E se fechasse as narinas e respirasse um pouco menos daquele vento de deserto? Tentou por instantes mas logo sufocava. O jeito era mesmo esperar, esperar. Talvez minutos apenas, enquanto sua sede era de anos.

Não sabia como e por que mas agora se sentia mais perto da água, pressentia-a mais próxima, e seus olhos saltavam para fora da janela procurando a estrada, penetrando entre os arbustos, espreitando, farejando.

O instinto animal dentro dele não errara: na curva inesperada da estrada, entre arbustos estava... o chafariz de onde brotava num filete a água sonhada. O ônibus parou, todos estavam com sede mas ele conseguiu ser o primeiro a chegar ao chafariz de pedra, antes de todos.

De olhos fechados entreabriu os lábios e colou-os ferozmente ao orifício de onde jorrava a água. O primeiro gole fresco desceu, escorrendo pelo peito até a barriga. Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu interior arenoso até se saciar. Agora podia abrir os olhos.

Abriu-os e viu bem junto de sua cara dois olhos de estátua fitando-o e viu que era a estátua de uma mulher e que era da boca da mulher que saía a água. Lembrou-se de que realmente ao primeiro gole sentira nos lábios um contato gélido, mais frio do que a água.

E soube então que havia colado sua boca na boca da estátua da mulher de pedra. A vida havia jorrado dessa boca, de uma boca para outra.

Intuitivamente, confuso na sua inocência, sentia intrigado: mas não é de uma mulher que sai o líquido vivificador, o líquido germinador da vida... Olhou a estátua nua.

Ele a havia beijado.

Sofreu um tremor que não se via por fora e que se iniciou bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa viva. Deu um passo para trás ou para frente, nem sabia mais o que fazia. Perturbado, atônito, percebeu que uma parte de seu corpo, sempre antes relaxada, estava agora com uma tensão agressiva, e isso nunca lhe tinha acontecido.

Estava de pé, docemente agressivo, sozinho no meio dos outros, de coração batendo fundo, espaçado, sentindo o mundo se transformar. A vida era inteiramente nova, era outra, descoberta com sobressalto. Perplexo, num equilíbrio frágil.

Até que, vinda da profundeza de seu ser, jorrou de uma fonte oculta nele a verdade. Que logo o encheu de susto e logo também de um orgulho antes jamais sentido: ele...

Ele se tornara homem.

(In "Felicidade Clandestina" - Ed. Rocco - Rio de Janeiro, 1998)
Clarice Lispector

S.E.G.R.E.D.O



SEGREDO - Sem julgamentos. Sem limites. Sem vergonha L. Marie AdelineNa esteira dos livros eróticos que ganham cada vez mais leitores, sobretudo os do universo feminino, S.E.G.R.E.D.O. – Sem Julgamentos. Sem Limites. Sem Vergonha foi a obra mais disputada de temática sexual na última feira de Frankfurt, em outubro de 2012. Ao contrário de outros romances que retratam situações e pessoas quase irreais, S.E.G.R.E.D.O. traz como protagonista uma mulher como muitas que deixou sua sexualidade de lado – e que não vê a hora de retomá-la. Como disse a própria escritora em entrevista recente: “Já estava mais do que na hora de sermos autoras de nossas próprias fantasias e não as responsáveis por realizar as fantasias dos homens”.Obra de L. Marie Adeline, pseudônimo de uma autora, produtora de TV, S.E.G.R.E.D.O. apresenta um tipo de literatura erótica que traz à tona, pouco a pouco, a força feminina. Ela se desenvolve com autonomia e segurança dentro da protagonista ao longo de suas provações. Cassie, uma viúva de 35 anos que vive sem nenhum luxo em um quarto alugado, trabalha como garçonete em Nova Orleans e tem uma vida amorosa nula, deixa para trás as incertezas que a marcaram durante seu casamento com um marido alcoólatra e egoísta para descobrir seu potencial como mulher.Cassie é chamada a participar de uma sociedade secreta essencialmente feminina, que tem por objetivo “ajudar mulheres a entrar em contato com seu lado sexual. E, assim fazendo, elas tornam a ter contato com a parte mais poderosa de si mesmas. Um passo de cada vez”, e 10 Passos no total.Dentro de S.E.G.R.E.D.O., as integrantes são convidadas a redescobrir sua feminilidade e sensualidade a partir das fantasias que elas mesmas escolhem (mesmo sem saber ao certo como ou quando elas se realizarão). Os homens, neste contexto, apenas ajudam a organização a realizar os desejos mais íntimos das participantes em cada um de seus 10 Passos. Ao longo dessas etapas, elas ganham a confiança para buscar novos amores: o seu amor próprio e o de uma nova paixão.Para identificá-la como membro da organização, Cassie ganha um bracelete no qual vai adicionando talismãs, que recebe a cada etapa completada. Os 10 Passos começam pela Rendição e testam sua Coragem, Fé, Generosidade, Destemor, Confiança, Curiosidade, Bravura, Exuberância e, por fim, dão a Cassie uma Escolha: a chance de continuar como parte de S.E.G.R.E.D.O. ou optar por uma vida fora da sociedade. E você, aceitaria o convite?

Fonte: Sinopse Editora

Minha opinião: História muito boa e muito interessante, mas infelizmente não foi bem aproveitada, faltaram detalhes que fariam o livro bem mais interessante, no final deu uma impressão de que a história estava corrida, com pressa de acabar, mas estou na esperança de que venham outros por aí, uma continuação da história que fatalmente ficou sem fim.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O Retorno






Sonia Cameron está na Espanha, em férias, para comemorar o aniversário de 35 anos da melhor amiga com aulas de flamenco. Sua intenção é apenas dançar e se divertir. Em Londres, deixou a aridez e as exigências do cotidiano e um casamento em crise. Em um café sossegado de Granada, contudo, uma conversa casual com o proprietário e uma intrigante coleção de fotografias antigas a atraem para a história extraordinária da Guerra Civil Espanhola e da vida de personagens locais encantadores e marcantes, como toureiros, dançarinas, músicos e o poeta García Lorca. Setenta anos antes, o café era o lar dos Ramírez, família que em 1936, presencia as piores atrocidades do golpe militar liderado pelo general Francisco Franco, e vivencia o despedaçar do frágil equilíbrio do país. Divididos pela política e pela tragédia, todos escolhem um lado e travam uma batalha pessoal à medida que a Espanha se dilacera. O Retorno é uma cativante e complexa lição sobre perdas e lealdade, narrada em um contexto histórico fascinante e muito bem-construído. 

 
É muito interessante a maneira como a vida de Sônia acaba se cruzando com a família Ramirez e as consequências que as descobertas feitas terão sobre sua vida. Quando o atual proprietário do café El Barril, Miguel,  começa a contar sobre os antigos donos, a família Ramirez, a história da  Guerra Civil Espanhola se mistura a vida daquelas pessoas e as transforma terrivelmente. A vida de todos eles é afetada e transformada pela guerra, todos sofrerão, alguns lutando ao lado do ditador, outros contra. 

Um belíssimo livro, que com certeza vai agradar a todos, mais que uma leitura, é uma completa aula de história e de vida... Seu inicio chega a ser um pouco massante, mas vale muito a pena continuar.

Boa Leitura!!!

domingo, 6 de janeiro de 2013


Cinquenta tons... 

Não é novidade pra ninguém que esse fenômeno chamado 50 tons atravessou o mundo e vem mexendo com a imaginação de quem o lê, principalmente com a das mulheres... 
E por causa disso as críticas em relação a trilogia, são muitas e muitas delas negativas e feitas de forma equivocada por algumas pessoas; (Na minha opinião, é claro) Minha resenha de hj é até mesmo uma forma de protesto contra os "castos" que qualificaram a série como "pornográfica" e impropria a mulheres "descentes".

Minha gente, chega de hipocrisia né?! Não há nada nesta história que seja capaz de chocar qqr pessoa adulta... 
Na verdade não passa de um lindo romance, contado em seus mínimos detalhes;

A linda história de Anastácia Steele começa com um tropeção na frente de um dos homens mais ricos, bem sucedidos e DOMINADORES que Seattle já teve noticia. Depois de uma atrapalhada entrevista, Ana acredita que nunca mais ficará de frente com esse homem. Mas a determinação e audácia de Christian Grey, não tem limite e ele a envolve num jogo assustador , intrigante, sedutor e assim por dizer fascinante. Ana com toda sua inocência é capaz de se entregar e se descobrir totalmente envolvida numa inimaginável paixão pelo então dominador Sr Grey. 

E L James trata desse romance como poucos, na verdade ela expressa em palavras o desejo reprimido pela maioria de seus leitores; 
Acho que o que tornou o irresistível Christian, mais irresistível ainda, foi a sua capacidade de mudar em nome do amor por Anastácia. A sua capacidade de agradar uma mulher em todos os seus desejos, até mesmos os inconscientes... (Sinceramente, na minha opinião pessoal... Um Sr Grey as duas da manhã em sua cama, só por uma vontade citada ao telefone, não é nada mal rsrs) Uma superação a um trauma tão grande e tão inconsciente, em razão de uma mulher, não pode ser "pornografia", isso é só romance...e dos bons.  Enfim, não preciso nem dizer que os livros me pegaram em cheio né, estou partindo para o final da série ( 50 tons de liberdade)  mas  não poderia deixar de fazer esse comentário... Já triste pq esse é o último e eu sinceramente queria mais e mais e mais...    Em breve tô de volta!