quinta-feira, 31 de março de 2011

Autismo: Não discrimine, conheça...


Sábado 02/04/2011 é dia mundial de conscientização do autismo, e eu gostaria de convidar a todos vcs para conhecerem melhor sobre esta doença, afim de evitarmos a discriminação e o preconceito.
Infelizmente em minha cidade não haverá mobilização por essa causa ( não ainda confirmada), mas mesmo assim vou fazer do meu dia, um dia todo azul. Faça sua parte, vista se de azul, use uma de suas redes sociais para divulgar a data, mude suas fotos de perfis para o slogan da campanha, alcance o maior número de pessoas que vc puder. Mesmo que não consiga mobilizar muitas pessoas, uma única que tenha conhecimento já faz a diferença. Conto com vcs!!!

Segue abaixo algumas informações sobre a doença:


De maneira geral, as desordens de espectro autista, que englobam uma grande variedade de comportamentos e problemas sob o ponto de vista clínico, podem ser divididas em dois 'tipos' de autismo. Obviamente, essa divisão é artificial e abarca em si outras muitas pequenas variações.

1) Síndrome de Asperger. Descrita pela primeira vez pelo pediatra austríaco Hans Asperger (1906-1980), é considerada uma forma de autismo mais branda. Seus portadores apresentam os três sintomas básicos (dificuldade de interação social, de comunicação e comportamentos repetitivos), mas suas capacidades cognitivas e de linguagem são relativamente preservadas. Na verdade, alguns até mesmo apresentam níveis de QI acima da média, motivo pelo qual a criança portadora da síndrome de Asperger é comumente representada como um pequeno gênio que descobre códigos e resolve enigmas. Entretanto, a síndrome de Asperger engloba aproximadamente 20-30% dos portadores de desordens do espectro autista.

2) Autismo 'clássico'. É o tipo descrito pelo médico austríaco erradicado nos Estados Unidos Leo Kanner (1894-1981). Kanner foi o primeiro a utilizar a nomenclatura "autismo infantil precoce", em um relatório de 1943, no qual [ele] descrevia 11 crianças com comportamentos muito semelhantes.

Durante muito tempo, o autismo era considerado uma doença psiquiátrica e os portadores eram internados em manicômios. É importante que o diagnóstico seja feito nos primeiros anos de vida. Com tratamento adequado, a criança pode ter progressos na área da linguagem, da comunicação e da socialização e muitos conseguem ser independentes na idade adulta. O Hospital das Clínicas, em São Paulo, está abrindo um programa de diagnóstico e intervenção precoce do autismo. O objetivo é que até o ano que vem o hospital ofereça exames para diagnosticar o autismo em crianças com menos de três anos.

Visite também o site: www.autismo.com.br