sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A borboleta azul

Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não. Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.
O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar. Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, uma delas apareceu com uma borboleta azul que usaria pra pregar uma peça no sábio.
- "O que você vai fazer?" - perguntou a irmã.
- "Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der está errada!"
As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava meditando.
- "Tenho aqui uma borboleta azul", disse-lhe uma das meninas, mostrando as mãos fechadas.
- "Diga-me sábio, ela está viva ou morta?"
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- "Depende de você. Ela está em suas mãos!"
 Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos ou não conquistamos. Nossa vida está em nossas mãos, assim como a borboleta azul. Cabe a nós escolher o que fazer com ela.

Pedro e o machado

Pedro, um lenhador, após um grande trabalho em uma área de desmatamento, se viu desempregado. Após tanto tempo cortando árvores, entrou no corte! A madeireira precisou reduzir custos…
Saiu, então, à procura de nova oportunidade de trabalho. Seu tipo físico, porém, muito franzino, fugia completamente do biotipo de um lenhador. Além disso, o machado que carregava era desproporcional ao seu tamanho. Aqueles que conheciam Pedro, entretanto, julgavam-no um ótimo profissional.
Em suas andanças, Pedro chegou a uma área reflorestada que estava começando a ser desmatada. Apresentou-se ao capataz da madeireira como um lenhador experiente. E ele o era! O capataz, após um breve olhar ao tipo miúdo do Pedro e, com aquele semblante de selecionador implacável, foi dizendo que precisava de pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não de "catadores de gravetos". Pedro, necessitando do emprego, insistiu. Pediu que lhe fosse dada uma oportunidade para demonstrar sua capacidade. Afinal, ele era um profissional experiente! Com relutância, o capataz resolveu levar Pedro à área de desmatamento. E só fez isso pensando que Pedro fosse servir de chacota aos demais lenhadores. Afinal, ele era um fracote…
Sob os olhares dos demais lenhadores, Pedro se postou frente a uma árvore de grande porte e, com o grito de "madeira", deu uma machadada tão violenta que a árvore caiu logo no primeiro golpe. Todos ficaram atônitos! Como era possível tão grande habilidade e que força descomunal era essa, que conseguira derrubar aquela grande árvore numa só machadada? Logicamente, Pedro foi admitido na madeireira. Seu trabalho era elogiado po todos, principalmente pelo patrão, que via em Pedro uma fonte adicional de receita.
O tempo foi passando e, gradativamente, Pedro foi reduzindo a quantidade de árvores que derrubava. O fato era incompreensível, uma vez que Pedro estava se esforçando cada vez mais. Um dia, Pedro se nivelou aos demais. Dias depois, encontrava-se entre os lenhadores que menos produziam…
O capataz que, apesar da sua rudeza, era um homem vivido, chamou Pedro e o questionou sobre o que estava ocorrendo. "Não sei", respondeu Pedro, "nunca me esforcei tanto e, apesar disso, minha produção está decaindo".
O capataz pediu, então, que Pedro lhe mostrasse o seu machado. Quando o recebeu, notando que ele estava cheio de "dentes" e sem o "fio de corte", perguntou ao Pedro: "Por que você não afiou o machado?". Pedro, surpreso, respondeu que estava trabalhando muito e por isso não tinha tido tempo de afiar a sua ferramenta de trabalho. O capataz ordenou que Pedro ficasse no acampamento e amolasse seu machado. Só depois disso ele poderia voltar ao trabalho. Pedro fez o que lhe foi mandado. Quando retornou à floresta, percebeu que tinha voltado à forma antiga: conseguia derrubar as árvores com uma só machadada.
A lição que Pedro recebeu cai como uma luva sobre muitos de nós - preocupados em executar nosso trabalho ou, pior ainda, julgando que já sabemos tudo o que é preciso, deixamos de "amolar o nosso machado", ou seja, deixamos de atualizar nossos conhecimentos. Sem saber por que, vamos perdendo posições em nossas empresas ou nos deixando superar pelos outros. Em outras palavras, perdemos a nossa potencialidade.
Muitos avaliam a experiência que possuem pelos anos em que se dedicam àquilo que fazem. Se isso fosse verdade, aquele funcionário que aprendeu, em 15 minutos, a carimbar os documentos que lhe chegam às mãos, depois de 10 anos na mesma atividade poderia dizer que tem 10 anos de experiência. Na realidade, tem 15 minutos de experiência repetida durante muitos anos.
A experiência não é a repetição monótona do mesmo trabalho, e sim a busca incessante de novas soluções, tendo coragem de correr riscos que possam surgir. É "perder tempo" para afiar o nosso machado.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O amor - Carlos Drummond de Andrade


Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração para de funcionar 
por alguns segundos, preste atenção. Pode ser a pessoa mais importante da 
sua vida.
Se os olhares se cruzarem e neste momento houver o mesmo brilho intenso 
entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o 
dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante e os olhos 
encherem d'água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do dia for essa pessoa, se a vontade de 
ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um 
presente divino: o amor.
Se um dia tiver que pedir perdão um ao outro por algum motivo e em troca 
receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais 
que mil palavras, entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.
Se por algum motivo você estiver triste, se a vida te deu uma rasteira e a 
outra pessoa sofrer o seu sofrimento, chorar as suas lágrimas e enxugá-las 
com ternura, que coisa maravilhosa: você poderá contar com ela em qualquer 
momento de sua vida.
Se você conseguir em pensamento sentir o cheiro da pessoa como se ela 
estivesse ali do seu lado... se você achar a pessoa maravilhosamente linda, 
mesmo ela estando de pijamas velhos, chinelos de dedo e cabelos 
emaranhados...
Se você não consegue trabalhar direito o dia todo, ansioso pelo encontro que 
está marcado para a noite... se você não consegue imaginar, de maneira 
nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...
Se você tiver a certeza que vai ver a pessoa envelhecendo e, mesmo assim, 
tiver a convicção que vai continuar sendo louco por ela... se você preferir 
morrer antes de ver a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida. É uma 
dádiva.
Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida, mas poucas amam ou 
encontram um amor verdadeiro. Ou às vezes encontram e por não prestarem 
atenção nesses sinais, deixam o amor passar, sem deixá-lo acontecer 
verdadeiramente.
É o livre-arbítrio. Por isso preste atenção nos sinais, não deixe que as 
loucuras do dia a dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: o amor.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry


Em homenagem ao dia das crianças, estou postando hoje o primeiro livro que ganhei de presente, aos 7 anos  ainda não conseguia entender completamente a leitura, mas me apaixonei por alguns trechos,  foi  aí que  começou a minha paixão pelos livros. 
Por meio de uma narrativa poética, o livro apresenta uma visão de mundo e mergulha no próprio inconsciente, reencontrando a criança de cada um de nós.

À primeira vista, um livro para crianças. Na definição de Antoine Saint-Exupéry, seu autor, "um livro urgentíssimo para adultos", o que talvez explique a extraordinária sobrevivência literária de O pequeno príncipe.
Publicado pela primeira vez em 1943 na Nova York em que foi escrito e, no ano seguinte, na França, o livro chegou à AGIR com o componente de acaso que, em geral, cerca a edição de fenômenos editoriais, já que a obra havia sido comprada por outra tradicional editora brasileira, que desistiu da publicação. Traduzida primorosamente por D. Marcos Barbosa, a versão brasileira chegou à livrarias em 1952, tendo vendido desde então mais de 4 milhões de exemplares.
Le Petit Prince, The Little Prince, El Principito, Der Kleine Prinz - em qualquer uma das mais de 150 línguas em que é publicado, causa encanto a história do piloto cujo avião cai no deserto do Saara, onde ele encontra um príncipe, "um pedacinho de gente inteiramente extraordinário" que o leva a uma jornada filosófica e poética através de planetas que encerram a solidão humana em personagens como o vaidoso, capaz de ouvir apenas elogios; o acendedor de lampiões, fiel ao regulamento; o bêbado, que bebia por ter vergonha de beber; o homem de negócios que possuía as estrelas contando-as e econtando-as em ambição inútil e desenfreada; a serpente enigmática; a flor a qual amava acima de todos os planetas.
"Na primeira noite adormeci pois sobre a reai, a milhas e milhas de qualquer terra habitada. Estava mais isolado que o náufrago numa tábua, perdido no meio do mar. Imaginem então a minha surpresa, quando, ao despertar do dia, uma vozinha estranha me acordou. Dizia:- Por favor desenha-me um carneiro!"


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Um amor para recordar - Nicholas Sparks


Quando eu tinha 17 anos, a minha vida mudou para sempre.

Eu sei que há pessoas que se surpreendem quando digo isso. Elas me olham de maneira estranha, como se estivessem tentando imaginar o que poderia ter acontecido naquela época, embora eu raramente tente explicar. Como morei aqui durante a maior parte da minha vida, tenho a sensação de que não preciso fazer isso, a menos que seja nos meus termos. E isso levaria mais tempo do que a maioria das pessoas está disposta a me dar. A minha história não pode ser resumida em duas ou três frases; não pode ser colocada em um embrulho simples e elegante, que seria entendido imediatamente pelas pessoas. Embora 40 anos tenham passado, as pessoas que ainda moram aqui e que me conheceram naquele ano aceitam essa minha falta de explicações sem questionar. De certa forma, a minha história também é a deles, pois é uma experiência pela qual todos nós passamos.
Entretanto, estive mais próximo do que qualquer outro.

Estou com 57 anos, mas ainda lembro de tudo o que aconteceu naquele ano, em seus mínimos detalhes. Eu sempre revivo aquele ano em minha mente, trazendo-o de volta à vida, e sinto uma estranha combinação de tristeza e alegria quando o faço. Há momentos em que desejo fazer o tempo voltar e apagar toda a tristeza, mas tenho a sensação de que, se o fizesse, também apagaria a alegria. Assim, revivo as memórias da forma como vêm, aceitando todas elas, deixando que me guiem sempre que possível. Isso acontece com mais frequência do que as pessoas percebem.
É 12 de abril, no último ano antes da virada do milênio, e, quando saio de casa, olho ao redor. O céu está carregado de nuvens cinzentas, mas, conforme ando pela rua, percebo que as magnólias e azaleias estão florescendo. Eu puxo o zíper da minha jaqueta um pouco para cima. A temperatura está fria, mas sei que em algumas semanas o tempo ficará mais agradável, e os céus cinzentos darão lugar aos dias que fazem da Carolina do Norte um dos lugares mais belos do mundo.
Com um suspiro, sinto que tudo está voltando para mim. Eu fecho os olhos e os anos começam a passar de trás para frente, lentamente, como os ponteiros de um relógio girando ao contrário. Eu me observo rejuvenescer, como se estivesse vendo através dos olhos de outra pessoa; vejo meu cabelo mudar de cor, de grisalho para castanho; sinto as rugas ao redor dos meus olhos suavizarem, meus braços e pernas ficam mais vigorosos, as lições que aprendi com a idade ficam menos claras, e resgato minha inocência conforme aquele ano memorável se aproxima.
Então, assim como eu, o mundo começa a mudar. Estradas estreitam e algumas voltam a estar pavimentadas apenas com cascalho; o desenvolvimento dos subúrbios é substituído por sítios e fazendas, as ruas do centro estão cheias de gente olhando as vitrines enquanto passam pela confeitaria Sweeney’s e o açougue Palka’s. Os homens usam chapéus, as mulheres usam vestidos. No tribunal logo adiante, o sino da torre toca...
Eu abro os olhos e paro. Estou do lado de fora da igreja batista, e quando olho para o frontão da estrutura, sei exatamente quem sou.
Meu nome é Landon Carter, e tenho 17 anos.

Esta é a minha história — eu prometo contar tudo e não deixar nada de fora.

No início você vai sorrir, e depois vai chorar — não diga que não avisei.
Minha opinião: Sem igual, muito bom.
"O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não sente ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta."

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Água para Elefantes





Desde que perdeu sua esposa, Jacob Jankowski vive numa casa de repouso, cercado por senhoras simpáticas, enfermeiras solícitas e fantasmas do passado. Por 70 anos, Jacob guardou um segredo. Ele nunca falou a ninguém sobre os anos de sua juventude em que trabalhou no circo. Até agora. Aos 23 anos, Jacob era um estudante de veterinária. Mas sua sorte muda quando seus pais morrem em um acidente de carro. Órfão, sem dinheiro e sem ter para onde ir, ele deixa a faculdade antes de prestar os exames finais e acaba pulando em um trem em movimento - o Esquadrão Voador do circo Irmãos Benzini, o maior espetáculo da Terra. Admitido para cuidar de animais, Jacob sofrerá nas mãos do Tio Al, o empresário tirano do circo, e de August, o ora encantador, ora intratável, chefe do setor de animais. É também sob as lonas dos Irmãos Benzini que Jacob vai se apaixonar duas vezes - primeiro por Marlena, a bela estrela do número dos cavalos e esposa de August, e depois por Rosie, a elefanta aparentemente estúpida que deveria ser a salvação do circo.
Apesar de já ter o filme, os amantes da boa leitura vão adorar, vale a pena ler esse grande sucesso!

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Feliz por nada - Martha Medeiros







"Dentro de um abraço é sempre quente, é sempre seguro. Dentro de um abraço não se ouve o tic-tac dos relógios e, se faltar luz, tanto melhor. Tudo o que você pensa e sofre, dentro de um abraço se dissolve."

É com a força transformadora de um abraço que Martha Medeiros abre este novo livro de crônicas e é com a mesma singeleza e olhar arguto para o cotidiano que a escritora ilumina algumas das questões mais urgentes do século XXI. A destacada romancista, cronista e poeta, que já teve obras adaptadas para o cinema, para a tv e para o teatro, fala aos leitores com a sinceridade de um amigo e materializa as angústias e os anseios da sociedade pós-tudo, que vive acuada sob o grande limitador do tempo. 

Nesta coletânea de mais de oitenta crônicas, Martha Medeiros aborda temas muito diversos e ao mesmo tempo muito próximos do leitor. A autora tem o dom para aproximar assuntos por vezes fugidios - como é próprio do cotidiano de questões universais, como o amor, a família e a amizade, e criar lugares de reconhecimento para o leitor, como ao falar de Deus, dos romances antigos e novos, da mulher, de escritores e cineastas que são imortais, de se perder e se reencontrar, do que a vida oferece e muitas vezes se deixa passar.

Feliz por Nada, afirma Martha Medeiros, é fazer a opção por uma vida conscientemente vivida, mais leve, mas nem por isso menos visceral.


Fonte: Sinopse editora 

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ser pai é saber, junto ao filho, pintar a vida com as cores da felicidade.

Fugindo um pouco do costume, hj vim postar uma canção...

Essa música foi escrita por uma pessoa  que carrega consigo o dom de acolher, de fazer mais especial td que está a sua volta, de dar ao nada, a realização do tudo. E neste momento tão mágico , expressa em forma de música sua bela poesia, ao mais novo e eterno amor de sua vida.  Sua pequena  Júlia...

O mundo seria muito melhor se todos os filhos pudessem ser dessa forma amados!!!


MINHA MENINA
Composição: Sylvio Mello
Quando eu entendi o que era a minha vida
Uma nova se iniciou
E foi então que eu percebi que dela nada sabia
E foi ai que entendi que com ela aprenderia

Cabelos brancos ainda não tenho
Mas por ela não haverão de faltar
E o sentimento que mora aqui dentro
Se tornará luz quando você chegar

Sempre me vi em sonhos
Pra sempre será meu sonho
Minha realidade, minha ansiedade
Sua inocência, sua alegria
Minha Júlia, MINHA MENINA

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Quando ela se foi


Tive o prazer de ser presenteada com essa maravilhosa obra do meu escritor favorito e mesmo ainda não tendo acabado de ler, vim logo dividir com vcs. O lançamento está previsto para o dia 21/07/11 ( amanhã), então quem puder corre lá!






Quando Ela se Foi: De que Valores Você Abriria Mão para Salvar Alguém que Ama? 


Um dos autores mais premiados e lidos no mundo, Harlan Coben traz uma nova história com o carismático Myron Bolitar em uma busca frenética por três continentes.

Dez anos atrás, Myron Bolitar e Terese Collins fugiram juntos para uma ilha. Durante três semanas, eles se entregaram um ao outro sem pensar no amanhã. Depois disso, eles se reencontraram apenas uma vez, quando Terese ajudou Myron a salvar seu filho. E ela foi embora, sem deixar vestígios. Agora, no meio da madrugada, ela telefona: "venha para Paris."

Terese pede a ajuda de Myron para localizar o ex-marido, Rick Collins, que telefonara depois de anos implorando que ela o encontrasse em Paris. Eles logo descobrem que Rick foi assassinado e que Terese é a principal suspeita do crime. Mas algo ainda mais atordoante é revelado: perto do corpo havia longos fios de cabelo louros e uma mancha de sangue que o exame de DNA revelou pertencer à filha do casal. Só que sua única filha morrera em um acidente de carro muitos anos antes.

Em uma busca desesperada, Harlan Coben cria um mundo de armadilhas imprevisíveis em que conflitos religiosos, política internacional e pesquisas genéticas se mesclam a amizade, perdão e a chance de um novo começo. 
Fonte: sinopse editora
Obs: Algumas livrarias estão disponibilizando a pré- venda.

Laços eternos Zibia Gasparetto


Este livro mostra a força que tem os laços que fazemos ao longo de nossas vidas, seja ele, com amigos, familiares ou simplesmente pessoas que apenas compartilham de algum momento. Através de experiências de vidas passadas, formam se diferentes capítulos em nossa passagem pela terra. Esta obra mostra claramente que os laços de amor, são laços eternos. Ditado por Lúcius.

domingo, 22 de maio de 2011

Haley McWaid tem 17 anos. É aluna exemplar, disciplinada, ama esportes e sonha entrar para uma boa faculdade. Por isso, quando certa noite ela não volta para casa e três meses transcorrem sem que se tenha nenhuma notícia dela, todos na cidade começam a imaginar o pior.. Na junção dessas duas histórias está Wendy Tynes, a repórter que armou a cilada para Dan e que se torna a única testemunha de seu assassinato. Wendy sempre confiou apenas nos fatos, mas seu instinto lhe diz que Mercer talvez não fosse culpado. Agora ela precisa descobrir se desmascarou um criminoso ou causou a morte de um inocente. Nas investigações da morte de Dan e do desaparecimento de Haley, verdades inimagináveis são reveladas e a fragilidade de vidas aparentemente normais é posta à prova. Todos têm algo a esconder e os segredos se interligam e se completam em um elaborado mosaico de mistérios. O assistente social Dan Mercer recebe um estranho telefonema de uma adolescente e vai a seu encontro. Ao chegar ao local, ele é surpreendido pela equipe de um programa de televisão, que o exibe em rede nacional como pedófilo. Inocentado por falta de provas, Dan é morto logo em seguida...


Fonte: Sinópse editora


Sem dúvida mais um grande sucesso de Harlan Coben, a história é muito interessante e prende atenção da gente, não dá vontade de parar de ler. Boa dica para esses dias de frio, rsrsrs  

segunda-feira, 18 de abril de 2011

João, o Trovador

Querido amigos


Venham conhecer o belíssimo trabalho de Emílio Miranda, João, o Trovador  leiam e votem no "Novos Talentos FNAC"
Conto com vocês!
Segue o link para votação:   http://www.ntf-literatura2011.com/post/view?backUrl=http%3A%2F%2Fwww.ntf-literatura2011.com%2F&id=3

sábado, 9 de abril de 2011

sábado, 2 de abril de 2011

A garota da capa vermelha - Sarah Blakley





O corpo de uma garota é descoberto em um campo de trigo. Em sua carne mutilada, marcas de garras. Quando Valerie descobre que sua irmã foi assassinada pela lendária criatura, ela acaba mergulhando de forma irreversível em um grande mistério que vem amaldiçoando sua aldeia por gerações. A revelação vem com Father Solomon - o Lobo que está entre eles - o que torna qualquer pessoa do vilarejo suspeita. Estaria Peter, sua paixão secreta desde a infância, envolvido nos ataques? Ou seria Henry, seu noivo, o Lobisomem que assola as redondezas? Enquanto todos estão à caça da besta, Valerie recorre à Avó em busca de ajuda, que dá à neta uma capa vermelha feita à mão e a orienta através da rede de mentiras, intrigas e decepções que vem controlando o vilarejo por muito tempo.


Fonte: Sinopse editora


Esse é bem diferente do que eu estou acostumada a ler, mas tem prendido bastante a minha atenção...
Vale a pena entrar nesta história... Digamos que trata-se da versão adulta de "chapeuzinho vermelho" com uma dose bem generosa de terror. O final? Digamos que...  INTRIGANTE! 

quinta-feira, 31 de março de 2011

Autismo: Não discrimine, conheça...


Sábado 02/04/2011 é dia mundial de conscientização do autismo, e eu gostaria de convidar a todos vcs para conhecerem melhor sobre esta doença, afim de evitarmos a discriminação e o preconceito.
Infelizmente em minha cidade não haverá mobilização por essa causa ( não ainda confirmada), mas mesmo assim vou fazer do meu dia, um dia todo azul. Faça sua parte, vista se de azul, use uma de suas redes sociais para divulgar a data, mude suas fotos de perfis para o slogan da campanha, alcance o maior número de pessoas que vc puder. Mesmo que não consiga mobilizar muitas pessoas, uma única que tenha conhecimento já faz a diferença. Conto com vcs!!!

Segue abaixo algumas informações sobre a doença:


De maneira geral, as desordens de espectro autista, que englobam uma grande variedade de comportamentos e problemas sob o ponto de vista clínico, podem ser divididas em dois 'tipos' de autismo. Obviamente, essa divisão é artificial e abarca em si outras muitas pequenas variações.

1) Síndrome de Asperger. Descrita pela primeira vez pelo pediatra austríaco Hans Asperger (1906-1980), é considerada uma forma de autismo mais branda. Seus portadores apresentam os três sintomas básicos (dificuldade de interação social, de comunicação e comportamentos repetitivos), mas suas capacidades cognitivas e de linguagem são relativamente preservadas. Na verdade, alguns até mesmo apresentam níveis de QI acima da média, motivo pelo qual a criança portadora da síndrome de Asperger é comumente representada como um pequeno gênio que descobre códigos e resolve enigmas. Entretanto, a síndrome de Asperger engloba aproximadamente 20-30% dos portadores de desordens do espectro autista.

2) Autismo 'clássico'. É o tipo descrito pelo médico austríaco erradicado nos Estados Unidos Leo Kanner (1894-1981). Kanner foi o primeiro a utilizar a nomenclatura "autismo infantil precoce", em um relatório de 1943, no qual [ele] descrevia 11 crianças com comportamentos muito semelhantes.

Durante muito tempo, o autismo era considerado uma doença psiquiátrica e os portadores eram internados em manicômios. É importante que o diagnóstico seja feito nos primeiros anos de vida. Com tratamento adequado, a criança pode ter progressos na área da linguagem, da comunicação e da socialização e muitos conseguem ser independentes na idade adulta. O Hospital das Clínicas, em São Paulo, está abrindo um programa de diagnóstico e intervenção precoce do autismo. O objetivo é que até o ano que vem o hospital ofereça exames para diagnosticar o autismo em crianças com menos de três anos.

Visite também o site: www.autismo.com.br

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A história de uma mulher que só quer ser amada mas tem medo do amor
No mundo fervilhante dos estúdios televisivos, dos flashes e paparazzi, há uma estrela que só quer ser amada. Entre a quinta em Ponte de Lima e a casa em Cascais, entre o passado e o presente, uma mulher vai descobrir que só o amor é mais forte que o destino.
Escrito nas Estrelas é a surpreendente estreia de Bárbara Norton de Matos no romance, uma história de família, traições e equívocos, onde nada é o que parece e só o amor é real.
Carminho não foi uma menina feliz. Era o patinho feio da família, sempre comparada com Piedade, a irmã mais velha, tão deslumbrante como odiosa. E não foi fácil crescer com um pai sempre ausente, que só pensava no ténis e nos torneios, enquanto a mãe se deixava arrastar pela melancolia…
Mas tudo isso é passado. O patinho feio tornou-se num cisne, é agora uma estrela da televisão, capa de revista, perseguida por flashes e paparazzi. E vai finalmente estrear-se, como protagonista, numa série histórica – o seu grande sonho. É um mundo quase perfeito.
Quase. Porque a vida está repleta de surpresas e, quando menos esperamos, o amor prega-nos partidas…

Fonte: Sinópse Editora
Agradecimento: Léo Melo ( pela preciosa dica de leitura)